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McPhee segura Ogura e vence corrida agitada da Moto3 em San Marino. Arenas cai

McPhee segura Ogura e vence corrida agitada da Moto3 em San Marino. Arenas cai

McPhee segura Ogura e vence corrida agitada da Moto3 em San Marino. Arenas cai

McPhee venceu por apenas 0s037 de vantagem para Ogura McPhee venceu por apenas 0s037 de vantagem para Ogura Foto: Reprodução / Grande Prêmio

John McPhee segurou Ai Ogura nos metros finais do GP de San Marino e da Riviera de Rimini deste domingo (13) para vencer pela primeira vez na temporada 2020 da Moto3. Tatsuki Suzuki completa o pódio de uma corrida agitada em Misano

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Dono da pole, Ogura até largou bem, mas não conseguiu sustentar a liderança por muito tempo. Como sempre acontece com a classe menor, a disputa envolveu um grande pelotão, com muitas mudanças de liderança ao longo das 23 voltas no circuito Marco Simoncelli.

Gabriel Rodrigo chegou a ser protagonista do Circuito Marco Simoncelli, mas McPhee cresceu nas voltas finais para receber a bandeirada com 0s037 de frente para Ogura. Suzuki ficou 0s195 atrás do conterrâneo do Team Asia.

John McPhee venceu pela primeira vez no ano John McPhee venceu pela primeira vez no ano Foto: Reprodução / Grande Prêmio

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Líder do Mundial, Albert Arenas sofreu um revés considerável na curva 3 com duas voltas para o fim. A roda dianteira da KTM quicou e o espanhol perdeu o controle, abandonando a disputa após uma queda.

Saiba como foi o GP de San Marino e da Riviera de Rimini de Moto3:

Seguindo o clima de todo o final de semana, quando a Moto3 alinhou no grid, o tempo estava aberto e calor, com o termômetro batendo os 28ºC e o asfalto já chegando a 32ºC. O vento soprava a 16 km/h.

Ai Ogura foi quem alinhou na pole-position na menor das classes pela primeira vez em sua carreira, se tornando o quarto japonês a conseguir uma posição de honra do grid na classe. O piloto se junta a Tatsuki Suzuki, Hiroki Ono e Ayumu Sasaki.

Ainda, é a quarta pole de um competidor nipônico na temporada. Esse é o maior número em uma categoria de base desde o campeonato de 2001, quando Youchi Ui conseguiu sete. Ainda, é a quarta vez que a Honda sai na frente em 2020.

Quem largou da segunda colocação foi Gabriel Rodrigo, sua quarta primeira fila neste ano. O piloto busca o segundo pódio da carreira – o primeiro aconteceu na Catalunha, e 2018.

Tastuki Suzuki começou a prova em Misano da terceira colocação, a sexta vez na temporada em que saiu da primeira fila do grid. Junto com o GP da Andaluzia, em Jerez, é a segunda vez que dois pilotos japoneses largaram entre os três primeiros.

Largada autorizada em Misano e Ogura conseguiu manter a ponta nos primeiros pontos, mas logo foi superado por Suzuki, que saltou para a primeira colocação, com Rodrigo se colocando no segundo posto.

Ainda no início da prova, três pilotos se envolveram em um incidente na curva 4. Sergio García, tentou consumar a ultrapassagem em cima de Raúl Fernández, mas tocou no espanhol e acabou levando Celestino Vietti junto, com o abandono do trio.

Chaos already! 💥

Three riders down at Turn 4 as Celestino Vietti, @25RaulFernandez and @garciadols11 clash! 😲#Moto3 | #SanMarinoGP 🇸🇲 pic.twitter.com/zEDqkcVWPU

— MotoGP™🏁 (@MotoGP) September 13, 2020

Após o primeiro giro Ayumu Sasaki, que aparecia na 13ª colocação, e Darryn Binder, o 11º, eram os nomes dos dois que mais ganharam terreno, subindo oito posições cada. Quem também subiu bastante foi o líder Albert Arenas, com sete. Com 1min42s752, Binder era quem sustentava o giro mais rápido da prova no momento.

Na ponta do pelotão, as coisas estavam bastante apertadas. Enquanto Suzuki ainda estava na primeira colocação, Ogura subiu para segundo, deixando Rodrigo para trás. O argentino ainda precisava lidar com a pressão de Tony Arbolino, que se colocou em quarto.

Restando 20 giros para a bandeira quadriculada, Suzuki começou a perder terreno, primeiro ultrapassado por Gabriel e depois perdendo o segundo posto para Arenas, caindo para terceiro. O japonês chegou a conseguir fazer ultrapassagem dupla para assumir a liderança, mas logo foi superado novamente. O primeiro grupo do pelotão contava com nove pilotos separados por 0s951.

Alonso López e Sasaki foram outros dois pilotos que se envolveram em um enrosco durante a prova. Na curva 8, os pilotos acabaram indo ao chão, com o japonês levando a pior e ficando no chão em aparente dor, enquanto o espanhol logo subiu de volta na moto.

Com 211 km/h, Binder vinha como o piloto com maior velocidade no circuito Marco Simoncelli. O sul-africano chegou a se colocar na primeira colocação, mas logo caiu para terceiro. Rodrigo e Arbolino vinham nos dois primeiros postos.

Com 12 voltas para o final, Binder vinha na primeira colocação, com Rodrigo em segundo e Suzuki em terceiro, mas com a proximidade do primeiro bloco, logo o sul-africano foi superado pelo argentino. 0s536 separavam o primeiro e o quinto colocados.

Apenas em 13º, John McPhee era o piloto mais rápido na pista. Entretanto, o escocês tinha ainda dez voltas para tentar escalar o pelotão e se colocar nas primeiras colocações. O piloto estava 1s059 do primeiro colocado.

Então, em um grande golpe de má sorte, Binder acabou sofrendo um acidente na curva 6 quando estava na segunda colocação. O piloto da CIP sofreu um highside e foi jogado ao chão na frente de Foggia, que bateu na moto do adversário e despencou para 12º.

Quem se colocou na briga pelas colocações do pódio foi Jaume Masià, que cresceu na parte final e aparecia em segundo. Albert Arenas, líder da classificação, também apareceu na ponta e era o quarto colocado.

Masià logo bateu Rodrigo para liderar o pelotão com apenas seis voltas para o fim. Rodrigo era o segundo, seguido por Suzuki, Arenas, McPhee, Ogura, Arbolino, Romano Fenati, Jeremy Alcoba e Foggia.]

McPhee conseguiu escalar o pelotão e era o primeiro colocado com três voltas para a bandeira quadriculada. Mas o piloto da SRT não manteve a posição por muito tempo, pois logo foi superado por Masià e Suzuki, ficando em terceiro.

Em uma grande reviravolta para o campeonato, o atual líder da classificação Albert foi ao chão com apenas dois griso para o final. Na curva 3, o piloto sofreu um highside e foi parar na caixa de brita. Deniz Öncü precisou sair do traçado para desviar da moto do adversário.

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