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O meu roteiro de volta ao mundo

Atualizado em 23 de dezembro de 2017

Minha viagem foi dividida em 3 fases. Eu visitei 20 países, sendo que em alguns,  eu repeti a visita. Confira aqui o meu roteiro de volta ao mundo. 

Colômbia – Estados Unidos – Portugal – Inglaterra – Emirados Árabes Unidos – Nova Zelândia (ilha norte) – Austrália (pausa para alguns meses de trabalho) – Fiji – Nova Zelândia (ilha sul) – Tailândia – Japão – China – Malásia – Singapura – Indonésia – Tailândia – Camboja – Laos – Vietnã – Tailândia – Emirados Árabes Unidos – Jordânia – Líbano*- Inglaterra – Escócia – Inglaterra – Brasil. 

* Depois do Líbano, eu iria para a Grécia e Turquia, mas devido a um incidente, essa parte da viagem foi cancelada e eu fui direto para a Inglaterra.

De forma bem resumida, não gostei do que conheci na Indonésia (Bali) e Vietnã (Saigon). Achei a Austrália muito cara e sua vizinha Nova Zelândia muito mais atraente e legal. Amei o Japão, a China, o Camboja e a Escócia. Se eu pudesse voltar atrás, eu teria passado mais tempo na Ásia e visitado as Filipinas. Eu não foquei na Europa, porque morei lá entre os anos 2004 e 2006 e conheci quase tudo que queria. Um dia quero voltar e visitar a Grécia e o interior da Turquia (já conheço Istambul).

Números:

– 11 meses e meio fora de casa, sendo que 5 e meio morando na Austrália

– 165 dias “sem casa” e com uma mochila nas costas. De hostel em hostel

– 28 vôos

– 2 viagens de trem

– 14 longas jornadas de ônibus

– 3 viagens de van

– Contato com pessoas de 72 países

– 1 intoxicação alimentar

– 5 idas ao hospital (que bom que fiz um seguro de viagem)

– Dormi em pelo menos 130 camas diferentes

– Dividi a cama com 5 estranhos por motivo de força maior – hotel lotado ou para economizar

– Couch surfing na casa de 7 amigos

– 1 pulo de paraquedas

– 1 picada de aranha

– 1 barata encontrada morta em um dos hostels que fiquei

– 4 ratazanas vistas em Nova York e 5 ratazanas vistas em Londres

– Nenhuma coceira gerada por bed bugs

– Diversão infinita

Minha viagem foi econômica, mas eu não abri mão de alguns luxos, como um passeio de iate em Dubai, 1 pulo de paraquedas na Nova Zelândia e várias pints (cervejas) na Inglaterra. Não pulei nenhuma refeição diária. Quando o país era mais barato, eu só comia em restaurantes ou nas barraquinhas de rua. Quando era mais caro, eu comia apenas 1 vez na rua e as demais refeições, eu preparava na cozinha do hostel. 

Fiz muita coisa a pé, mas peguei muito táxi no Sudeste Asiático e muito metrô nos países que possuíam esse meio de transporte. 

Em relação à hospedagem: na maioria das vezes, fiquei em hostel, quarto e banheiro compartilhado entre 6 ou 8 pessoas, dava preferência sempre para quartos mistos, pois era mais fácil fazer amizade com homens. Fiquei em hotel na Tailândia, Camboja e Laos porque era quase que o mesmo preço de um hostel. 

Conheci muita gente nessa viagem, mas, entre todos que conheci, alguns ficarão para sempre no meu coração e assim que puder, espero revê-los. São eles – Matheus (Rio de Janeiro), Camila (São Paulo), Aninha (Londrina), John (Inglaterra), Caz, Sharon, Lucinda, Rob e Mark (Austrália), Ch.Nee (Malásia), Edu (Espanha), Bex (Nova Zelândia), Amal (Iêmen), Mouna (França) e Yujin (Coréia). 

2011 foi o melhor ano da minha vida!