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Imparável, Da Costa volta a vencer com facilidade em Berlim. Di Grassi vai ao pódio

Imparável, Da Costa volta a vencer com facilidade em Berlim. Di Grassi vai ao pódio

Imparável, Da Costa volta a vencer com facilidade em Berlim. Di Grassi vai ao pódio

Antonio Félix da Costa Antonio Félix da Costa Foto: Fórmula E / Grande Prêmio

Depois da forma como António Félix da Costa dominou a competição no primeiro dia da maratona em Berlim, o que se esperava do segundo dia, esta quinta-feira (6), era exatamente o mesmo. E foi o que aconteceu. O português sobrou no treino de classificação e na corrida, o eP de Berlim 2. Agora, sai da rodada dupla inaugural com a sensação de invencível.

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Uma vez mais, Da Costa não perdeu a dianteira nem nos momentos em que abriu para buscar o modo ataque. A diferença dele para o restante o pelotão, até do companheiro Jean-Éric Vergne, é notável. Da Costa colocou mais de 3s em Sébastien Buemi, o segundo colocado.

A terceira colocação ficou com Lucas Di Grassi após vitória numa batalha com Robin Frijns e Stoffel Vandoorne.

A Fórmula E volta no sábado, na mesma pista, mas em traçado um pouco diferente.

Nyck de Vries subiu para terceiro nas voltas iniciais Nyck de Vries subiu para terceiro nas voltas iniciais Foto: Reprodução/TV / Grande Prêmio

Confira como foi a corrida:

A largada foi realizada pontualmente às 14h03 (de Brasília) e 19h03 no horário local, já com aquele último sol do dia. Alexander Sims e René Rast, após mudarem baterias, acabaram largando do pit-lane e, assim, no fim do pelotão.

António Félix da Costa escapou na frente, ao passo que Nyck de Vries travou por fora para tentar tomar a posição de Sébastien Buemi, mas o suíço segurou bem. Robin Frijns tomou a posição de Alex Lynn no fim da primeira volta, enquanto Lucas Di Grassi guardou o sexto posto. Mais atrás, Jean-Éric Vergne foi deixado para trás por Maximilian Günther e Sam Bird.

Lynn, que largara bem, seguia caindo. Nas voltas seguintes, foi ultrapassado por Lucas Di Grassi e Oliver Rowland no fim da sexta volta. Günther, que escalava o pelotão e já aparecia em sétimo, apareceu com uma quebra na asa dianteira e precisou parar nos boxes para fazer a troca da peça. A bandeira amarela apareceu rapidamente para que a parte quebrada fosse sacada da pista.

Maximilian Günther perdeu parte da asa dianteira Maximilian Günther perdeu parte da asa dianteira Foto: Reprodução/TV / Grande Prêmio

Assim que a verde voltou, Di Grassi deu o bote em De Vries, que já fora passado por Frijns. Os dois, agora, tentavam se aproximar de Buemi. Enquanto isso, Vergne enfim nascia na corrida: passou Bird e surgia em oitavo. Stoffel Vandoorne e Edoardo Mortara fechavam o top-10 nesse momento. Outra rápida amarela para limpeza surgiria momentos depois, agora de Bird. Eis que surge uma punição para James Calado por exceder o limite de energia.

Di Grassi tinha modo ataque acionado quando Frijns, na frente dele, abriu para pegar o boost uma volta depois. No fim do modo ataque do brasileiro, porém, uma sorte: bandeira amarela de pista inteira porque De Vries teve problemas e parou o carro na pista. Desta feita, Frijns teve a segunda parte de sua chance de atacar anulada. Di Grassi, de fato, assumia a terceira colocação.

Nyck de Vries ficou pelo caminho com problemas mecânicos Nyck de Vries ficou pelo caminho com problemas mecânicos Foto: Reprodução/TV / Grande Prêmio

A cena envolvendo De Vries, aliás, é digna de nota: com o carro parando, saiu do cockpit e começou a empurrar ainda sob bandeira verde. Uma investigação sobre o caso foi lançada logo depois.

Na retomada, enquanto Di Grassi encostava em Buemi e Da Costa abria, Vandoorne crescia. De uma vez só, ao mergulhar na curva por dentro da briga que via à frente, passou Rowland e Bird. Rowland caia. Além de Vandoorne, Bird e Mortara também passara. Enquanto Felipe Massa sofria em 14º, o companheiro de Venturi se punha confortavelmente nos pontos.

Vandoorne vinha muito bem na pista. A 24ª volta do belga foi a melhor da corrida até aquele momento, superando o que Da Costa fizera minutos antes. Seguia se aproximando de Frijns. Detalhe para a BMW que, com punição e problemas, se via perdendo de vez o contato não apenas com Vergne, mas com a DS Techeetah: os dois pilotos estavam abaixo do 20º lugar. O segundo colocado do campeonato, Mitch Evans, também fora dos pontos.

Di Grassi assumiu o segundo lugar quando Buemi abriu para buscar o modo ataque e se defendeu relativamente bem na sequência, mas eventualmente o suíço tomou o segundo posto de volta. Lucas, então, abriu para pegar o último modo ataque dele, quando Frijns passou. Mas, como acontece nessas condições, o piloto da Audi recuperou o posto.

Em oitavo, Vergne avisava no rádio que os pneus traseiros “não existiam mais”, reclamando de desgaste. Enquanto isso, Günther, que se arrastava após o problema do começo da corrida, estacionou o carro no pit-lane.

Com cinco minutos e uma volta ainda no relógio, o pódio parecia firmado: Da Costa tinha 2s5 para Buemi, que guardava vantagem de 2s6 para Di Grassi. Frijns e Vandoorne, sim, brigavam pelo quarto lugar. Mas os dois se aproximaram bem de Lucas. E ameaçaram. Contudo, as posições foram mantidas: Di Grassi foi terceiro, seguido por Frijns, Vandoorne – dono da melhor volta -, Bird, Rowland, Mortara, André Lotterer e Vergne. Massa despencou por ficar sem energia, enquanto Sérgio Sette Câmara terminou na 18ª posição.

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